“Os rios não bebem suas próprias águas. As árvores não comem seus próprios frutos. O sol não brilha para si mesmo. E as flores não exalam suas fragrâncias para si mesmas. Viver para os outros é uma regra da natureza. A vida é boa quando você é feliz, mas a vida é muito melhor quando os outros são felizes por sua causa!(Papa Francisco)

Gostamos de ajudar os outros

Está escrito em nosso DNA. Somos animais sociais e fomos projetados para estar em grupo, cuidar da família, da comunidade, trabalhar em equipe …

Pode haver diferentes razões que nos levam a ajudar os outros. Conquistar seu respeito, sua admiração, fazer amigos, espera de reciprocidade … Mas outra hipótese foi revelada através de estudos realizados sobre o assunto: e se ajudamos os outros apenas porque isso nos faz felizes?

De fato, essa idéia é completamente contrária ao pensamento dominante, que tende a imaginar que tudo comportamento generoso representa um custo para o indivíduo: em vez de gastar meus recursos para mim, estou gastando com outra pessoa, por isso eu perco.

Estudos de equipes internacionais de neurobiologistas (universidades de Lubeck, Chicago e Zurique) mostraram que existe uma relação entre generosidade e felicidade que é vista no comportamento, mas também no cérebro. Um ato de generosidade ou mesmo uma simples intenção de generosidade aumenta a atividade de áreas do cérebro relacionadas ao bem-estar.

Ninguém pode ajudar sinceramente os outros sem se ajudar: é uma das melhores recompensas da vida. Ralph Waldo Emerson

O grande filósofo americano o ele disse quase 2 séculos atrás.

E se ajudar os outros fosse a melhor maneira de ajudar a si próprio ? Estudos realizados na França analisaram os efeitos do voluntariado. Foi demonstrado que as pessoas que são voluntárias em geral têm melhor qualidade de vida, melhor autoestima e autoconfiança. O grupo estudado sofria menos de depressão e tinha melhores habilidades sociais e de comunicação do que os outros.

O sentido da vida

É essencial para nós, humanos, acreditar que nossa vida tem sentido, sentir-se útil e sentir-se valorizado pelo que fazemos ou pelo que somos.

É uma sensação muito agradável ver alguém melhorar sua condição, vê-la ganhar em autoconfiança, vê-la sorrir novamente após uma provação. Ser capaz de dizer a nós mesmos que contribuímos para isso de uma maneira ou de outra nos faz sentir valorizados, dá sentido à nossa vida. Sentir-se inútil ou desvalorizado gera amargura, tristeza e tédio. A pessoa, nesse caso, se desgasta e “murcha”; quando se sente útil, ela cresce desenvolvendo seus próprios talentos.

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